sexta-feira, fevereiro 23, 2024
domingo, outubro 11, 2020
11ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde - De 17 de Outubro a 27 de Novembro - Visite a exposição em bienaljovem.wix.com/vverde ou em www.cm-vilaverde.pt
Estas duas obras seleccionadas para a Bienal pertencem a uma colecção de trabalhos a acrílico sobre tela de dimensões reduzidas intitulada “Jardim Proibido” . Constituem composições que sugerem motivos florais, de arbustos ao sabor do vento, de imagens ondulantes de personagens etéricas a passear num suposto jardim idílico, repleto de luz, mas de acesso interdito àqueles que ainda desejam regressar à aparente realidade do mundo em que nós vivemos.
O carácter abstracto da pintura do Vincent concede sempre ao observador a sua leitura e interpretação individuais. Cada qual dirá o que lhe sugere estas manchas de cores vibrantes, que terão certamente um significado diverso consoante as crenças, vivências e subconsciente daquele que escolheu contemplar por momentos estas figuras.
Eu, mãe do pintor, visualizei claramente na primeira obra a imagem de um lírio encarnado dirigido para o canto superior esquerdo do quadro. O segundo trabalho acompanha o primeiro na mesma palete de tons, e equilibra, por oposição, a orientação daquele. Por esses motivos baptizei-o com o mesmo título. É certo que as duas obras complementam-se, reforçando-se mutuamente. Desconheço qual delas o Vincent prefere . . . Que cada qual eleja a sua preferida, ou perante a dificuldade em o fazer, que siga o meu conselho e faça como eu fiz: guarde as duas para sempre no seu coração.
Zélia Rocha
domingo, setembro 20, 2020
quinta-feira, junho 22, 2017
domingo, abril 05, 2015
sábado, março 21, 2015
quinta-feira, setembro 18, 2014
sábado, maio 24, 2014
"The Wolf Whistle"
quarta-feira, julho 18, 2012
Ebook "Reciclagem... Agora e Sempre!" de Vincent da Rocha Dioh e Zélia da Rocha - Julho 2012

Neste livro, Zélia Rocha relata a expressão artística do seu filho durante os anos 2007, 2008 e 2009, em que ele pratica a técnica de colagem e assemblage usando embalagens do dia a dia que rasga, cola e pinta sobre cartão.
Como é que o Vincent começou a fazer isso? Quando é que a sua mãe percebeu o que ele estava a querer realizar? Como se traduz no dia a dia a arte do Vincent? De que maneira o autismo afecta a vida dos dois?
A resposta a estas e outras questões encontra-se neste trabalho que transcreve de forma fiel o quotidiano de um jovem autista, que tem conseguido transmitir nas suas obras de arte o seu mundo interior.
Todo o texto é ilustrado por fotografias do Vincent nas suas actividades e das obras mais emblemáticas deste período da sua expressão plástica, que são apresentadas acompanhadas de minuciosa análise e interpretação.
quarta-feira, setembro 14, 2011
Exposição na Casa da Cultura da Trofa : "A Pintura Proibida"

Casa da Cultura da Trofa
Avenida Dom Diogo Mourato, Lagoa - Trofa
De 15 de Outubro a 9 de Novembro de 2011.
De terça a sexta das 10h ás 12h 30m e das 14h ás19h. Sábado das 10h ás 12h 30m e das 14h ás 17h.

“Pois bem, se o Vincent tivesse sido proibido, aos três anos de idade, de rabiscar as paredes e um pouco de tudo o que encontrava lá em casa, talvez hoje, decorridos cerca de 13 anos, não estaria a celebrar a sua 19ª exposição individual de pintura.
É em homenagem á liberdade que lhe foi concedida de pintar o que ele queria e como ele queria, contrariando o que as boas normas de educação ditavam na época, que a presente exposição se intitula “A Pintura Proibida”.
Saibamos aprender com as nossas crianças e jovens, que por caminhos inusitados nos ajudam a perspectivar novos horizontes e a conceber um mundo diferente que, convenhamos, é bem melhor do que aquele que alguma vez imaginamos poder presenteá-los por herança.”
Zélia Rocha – 2011

“Na sua pintura, essencialmente simbólica e abstracta, predomina a exuberância da palete de cores utilizada, a sobreposição de figuras e elementos diferentemente posicionados e um efeito surpreendente de dinamismo e movimento. “

“Das suas obras irradia luz e um espectro de energias sem limites. “
quinta-feira, abril 28, 2011
Exposição de Pintura na Exponor
terça-feira, abril 05, 2011
Exposição de Pintura na Sanimaia

Veja o video da inauguração em www.trofa.tv
Exposição venda
De 16 de Abril a 2 de Maio na Sanimaia
Parque Industrial Ibacoc
Rua das Industrias, Lantemil
4785 Trofa
Tel. 252 409 499
www.sanimaia.com
Acrílicos sobre tela de dimensões 80x60cm, 60x60cm, 50x50 cm e 50x40cm
Acrílicos sobre cartolina de dimensões 35x30cm e 30x25 cm
Trabalhos a pastel a óleo sobre cartolina de dimensões 35x30cm
segunda-feira, março 07, 2011
Arco-íris

Diferentes cores, diferentes energias reunidas num arco-íris de listras oblíquas, que desce do Céu á Terra em sinal de bom presságio.
Momento fugaz de êxtase, símbolo de boa ventura, anúncio de mudança dos tempos e das vontades.
Espectro de uma nova vida, que se adivinha pela fresta da cortina da tão esperada bonança que, finalmente, se avizinha.
Zélia Rocha

"Arco-íris"
2011
Pastel a óleo sobre cartolina, 30x25 cm
sábado, outubro 16, 2010
12 e 13 de Janeiro de 2011 - Leilão internacional de arte moderna e contemporânea - Paris

"L'Aborigène"
2006
Acrílico sobre tela, 80x60cm
Leilão internacional de arte moderna e contemporânea – Dominique Stal Expert (Tél: 00331 680920039 ou 00331 621981277 ou 00331 45574900) - www.drouot-live.com -
Maître Bertrand Fraisse Commissaire priseur
Exposição ao público: 12 de Janeiro de 2011 das 14h00 às 19h00 e 13 de Janeiro de 2011 das 9h00 às 12h00
Leilão: 13 de Janeiro de 2011 às 15h00
Local: Espace Moncassin, 164 rue de Javel, 75015 Paris
domingo, julho 25, 2010
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
Exposiçao "Reciclagem... Agora e Sempre!" - De 13 de Fevereiro a 6 de Março de 2009, Pavilhão de Feiras e Exposições de Penafiel

Reciclagem... Agora e sempre!
Reciclagem... do interior, do exterior, do ambiente... Agora e sempre!
Reciclagem... de mim, de ti, de todos... Agora e sempre!
Reciclagem... do uso, do abuso, do desuso... Agora e sempre!
Reciclagem... do papel, do plástico, do vidro e de tudo... Agora e sempre!
Reciclagem... do ar, do mar, da Terra e dos Homens... Agora e sempre!
Reciclagem... usar, transformar, recriar e voltar a usar... Agora e sempre!
Reciclagem... usar, rasgar, colar, pintar... e voltar a olhar....
Agora e sempre!
Zélia Rocha

“Na Rota das Estrelas”
2008
105x205cm, colagem e assemblage sobre cartão de embalagem

“Anjo Azul”
2008
130x98 cm, acrílico sobre cartão publicitário
sábado, janeiro 10, 2009
V Bienal de Arte Jovem de Penafiel - 2008
sexta-feira, janeiro 09, 2009
Exposiçao "Diferenças" - Centro Unesco do Porto - 2007 - V Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde
Sem diferenças: na monotonia vive a melancolia, sem nada a assinalar, por nada conseguir destacar num universo sem opostos, sem movimento, estagnado no tempo, á espera da pedra angular, que a faça despertar do sono do absoluto total!
Com diferenças: na relatividade diversa vive o antagonismo; o belo emerge do feio, a saúde da doença, a tranquilidade da inquietação, o sorriso das lágrimas. Nesse mundo de dualidade, do pólo negativo se chega ao positivo e vice versa, numa espiral evolutiva, até que tudo seja experienciado, assimilado, resgatado e transcendido!
Das diferenças se chega á neutralidade e á libertação, ao caminho do meio, que permite passar, mas sem nunca tocar, entre os dois extremos: o negativo e o positivo!
Zélia Rocha

quinta-feira, janeiro 08, 2009
Exposiçao "A Historia dos Pontos" - Anje - Biblioteca Florbela Espanca - Matosinhos - Clinica de Saude Integral - Porto - 2006 - 2007

Era uma vez um Ponto.
Ao princípio o Ponto nem sabia que era um ponto… Depois, com o passar do tempo, começou a tomar consciência de que realmente era um ponto… Então, ficou muito contente… e nesse contentamento desenvolveu-se e fortaleceu-se muito… Porém, com o passar do tempo, começou a ficar descontente… Afinal, por mais que se desenvolvesse e se fortalecesse não passava de um simples ponto… E, nesse descontentamento descontente, olhou para o Alto, e viu outro ponto, e nesse instante aconteceu um milagre, pois os dois pontos uniram-se e formaram uma recta sem princípio nem fim, que continha uma infinidade de pontos.
Ao princípio a Recta nem acreditava que era uma recta… Depois, com o passar do tempo, começou a tomar consciência de que realmente era uma recta… Então, ficou muito contente… e nesse contentamento desenvolveu-se e fortaleceu-se muito… Porém, com o passar do tempo, começou a ficar descontente…. Afinal, por mais que se desenvolvesse e se fortalecesse não passava de uma simples recta. A recta já se tinha esquecido de que tinha sido um ponto, e que agora continha uma infinidade de pontos… Então, nesse descontentamento descontente, a recta olhou para o Alto, e viu um ponto, e nesse instante aconteceu um milagre, pois a recta uniu-se ao ponto e formou-se um plano, que continha uma infinidade de rectas em todas as direcções.

Ao princípio o Plano nem acreditava que era um plano… Depois, com o passar do tempo, começou a tomar consciência de que realmente era um plano… Então, ficou muito contente… e nesse contentamento desenvolveu-se e fortaleceu-se muito… Porém, com o passar do tempo, começou a ficar descontente… Afinal, por mais que se desenvolvesse e se fortalecesse não passava de um simples plano. O plano já se tinha esquecido de que tinha sido uma recta, e que agora continha uma infinidade rectas; cada recta já se tinha esquecido de que tinha sido um ponto, e que agora continha uma infinidade de pontos…. Então, nesse descontentamento descontente, o plano olhou para o Alto, e viu um ponto, e nesse instante aconteceu um milagre, pois o plano uniu-se ao ponto e formou-se um espaço, que continha uma infinidade de planos cada qual com uma inclinação diferente.
Ao princípio o Espaço nem acreditava que era um espaço… Depois, com o passar do tempo, começou a tomar consciência de que realmente era um espaço… Então, ficou muito contente… e nesse contentamento desenvolveu-se e fortaleceu-se muito… Porém, com o passar do tempo, começou a ficar descontente… Afinal, por mais que se desenvolvesse e se fortalecesse não passava de um simples espaço. O espaço já se tinha esquecido de que tinha sido um plano, e que agora continha uma infinidade de planos; cada plano já se tinha esquecido de que tinha sido uma recta, e que agora continha uma infinidade de rectas; cada recta já se tinha esquecido de que tinha sido um ponto, e que agora continha uma infinidade de pontos… Então, nesse descontentamento descontente, o espaço…

Moral da História:
O Homem no planeta Terra encontra-se actualmente neste estado de descontentamento. Segue-se olhar para o Alto, ver um ponto, e deixar que o milagre aconteça.
Explicações:
Cada ponto corresponde a um estado de consciência.
O ponto tem dimensão zero, a recta dimensão um, o plano dimensão dois e o espaço dimensão três.
Os pontos foram todos criados ao mesmo tempo, mas o Homem toma consciência deles sequencialmente, ou seja, uns a seguir aos outros. A reunião de todos os pontos, ou de todos os estados de consciência, é Deus.
O olhar para o Alto corresponde à transcendência do estado actual. A descoberta de um novo ponto implica a criação de um novo estado, que contém uma infinidade de estados imediatamente anteriores. Não há como voltar atrás, o milagre já aconteceu. Depois, é preciso tomar consciência do facto, o que demora algum tempo. Seguidamente, virá o desenvolvimento ou expansão desse estado até aos seus limites naturais, e por fim o descontentamento, o que permitirá ao Homem transcender o estado em que se encontra e tomar consciência do seguinte. É assim que a Humanidade evolui por todo o Universo.
Conclusão:
O estado que se segue ao Homem no planeta Terra é a tomada de consciência do Mundo Espiritual ou Quarta Dimensão.
Anjo Azul










